next
Eu era um tanto faz na vida das pessoas, tudo acabou sendo um tanto faz pra mim também. Não me tornei uma pessoa orgulhosa, apenas parei de correr atrás.

1st page ask me face shitss about theme ©
with 6,641 notes posted 1 hour ago reblog this via ericaflaviadama-de-ouro)

ex namorado: vadia

ex namorada: já me chamaram de coisas piores

ex namorado: piores? como o que?

ex namorada: sua namorada.

with 22,989 notes posted 1 hour ago reblog this via situar-tegifnation)
with 14,717 notes posted 1 hour ago reblog this via piratearsonho-concreto)
with 50 notes posted 1 hour ago reblog this via feijao-com-paoboxedthoughtss)

Defendo o raciocínio de que nascemos com cérebro justamente para pensar. Recostar a cabeça na janela do carro e deixar a mente livre para qualquer um que quiser entrar, sem medo das consequências - geralmente graves. Meu psicólogo disse que tenho compulsão por pensamentos e opiniões, sou maníaca por expressar o que penso. Criticólotra, seria esse essa a expressão clínica? Discordo com quem diz que isso é uma anomalia, um caso grave de ser humano que nasce com mente perturbada. A explicação é barata e simples: simplesmente não tenho medo de dizer e me orgulhar de tudo aquilo que sinto e penso. Como honrada observadora da vida, não é nada surpreendente que eu tenha formulado opiniões, mas muitos ainda se assustam com meu vício em criticar. Já tentei explicar a intensidade do prazer que tenho ao dizer tudo o que penso, mas os resultados não foram satisfatórios - não é todo mundo que aceita o termo “orgasmo crítico” com facilidade! Talvez eu esteja apenas cumprindo uma das obrigações esquecidas pela sociedade: exercer a liberdade de expressão. Talvez eu seja completamente maluca ao nível nem-hospício-resolve, quem sabe? Faz parte da minha rotina ligar o chuveiro e passar cerca de vinte minutos embaixo d’água pensando, sem compromisso. Como surgiu o universo? Qual é a explicação racional para amarmos alguém que não conhecemos? Por quê bocejamos quando alguém boceja? Eu aposto que você bocejou. Meus pensamentos só não vão além porque minha mãe bate na porta do banheiro gritando que dinheiro para pagar a conta de energia não nasce em árvore. Mas bem que poderia. Conheço gente que tem medo de dormir sozinho em um quarto escuro. Sou justamente a contradição, gosto de apagar as luzes à noite, deitar minha cabeça no travesseiro macio e gelado e pensar. Orar, também mas, principalmente, pensar. Reviver todo o meu dia, desde a hora em que abri os olhos ate o momento atual e perceber que poderia ter sido diferente. Talvez um “oi” a mais, uma gargalhada a menos e um pouco mais de atenção na aula de Física - ou não. Incontáveis vezes eu pensei tanto a ponto de começar a chorar pelo motivo x e terminar chorando pelo alfabeto todo. Mas também já pensei no nada. Um pensamento vazio, livro disso e daquilo, apenas um borrão. Fechar os olhos e manter no pensamento uma lembrança tão intensa a ponto de sentir que a estou revivendo, sentir os mesmos sabores, aromas e sensações daquele momento que, apesar de fazer parte do passado, se mantêm presente em meu coração. Mas pensar é útil não só para flutuar em êxtase como também para fazer a diferença no mundo. Formar opinião sobre o elemento tal da sociedade, cuja qual tem muito a ser criticada. É só abrir os olhos - ou o jornal do dia - para perceber o número absurdo de problemas atuais. Tráfico de drogas, abuso infantil, sequestros em troca de resgate, assaltos de todos os tipos, políticos corruptos no comando do país, terrorismo, preconceito cuspido pra todos os lados, desrespeito e, enfim. É por isso e por muitos outros motivos que defendo minha natureza psicótica de expressar minha opinião, sem medo, sem resquício de preocupação. Convenhamos, o mundo está de cabeça para baixo! Meu psicólogo que jogue seus conceitos sobre meu desejo de criticar descarga abaixo, nenhuma faculdade ou livro escrito por fulano de tal é o suficiente para qualificar alguém a decifrar os porquês de eu ser do jeito que sou. Sou assim, gosto de ser assim e, aqui vai mais uma expressão clichê, ponto final. Ainda vou contratar um avião para sobrevoar o mundo carregando uma faixa dizendo “Nascemos com cérebro para usar, seres humanos estúpidos”.
— Psicólogo nenhum entende meu ponto de vista (pseudo-coracao)

Defendo o raciocínio de que nascemos com cérebro justamente para pensar. Recostar a cabeça na janela do carro e deixar a mente livre para qualquer um que quiser entrar, sem medo das consequências - geralmente graves. Meu psicólogo disse que tenho compulsão por pensamentos e opiniões, sou maníaca por expressar o que penso. Criticólotra, seria esse essa a expressão clínica? Discordo com quem diz que isso é uma anomalia, um caso grave de ser humano que nasce com mente perturbada. A explicação é barata e simples: simplesmente não tenho medo de dizer e me orgulhar de tudo aquilo que sinto e penso. Como honrada observadora da vida, não é nada surpreendente que eu tenha formulado opiniões, mas muitos ainda se assustam com meu vício em criticar. Já tentei explicar a intensidade do prazer que tenho ao dizer tudo o que penso, mas os resultados não foram satisfatórios - não é todo mundo que aceita o termo “orgasmo crítico” com facilidade! Talvez eu esteja apenas cumprindo uma das obrigações esquecidas pela sociedade: exercer a liberdade de expressão. Talvez eu seja completamente maluca ao nível nem-hospício-resolve, quem sabe? Faz parte da minha rotina ligar o chuveiro e passar cerca de vinte minutos embaixo d’água pensando, sem compromisso. Como surgiu o universo? Qual é a explicação racional para amarmos alguém que não conhecemos? Por quê bocejamos quando alguém boceja? Eu aposto que você bocejou. Meus pensamentos só não vão além porque minha mãe bate na porta do banheiro gritando que dinheiro para pagar a conta de energia não nasce em árvore. Mas bem que poderia. Conheço gente que tem medo de dormir sozinho em um quarto escuro. Sou justamente a contradição, gosto de apagar as luzes à noite, deitar minha cabeça no travesseiro macio e gelado e pensar. Orar, também mas, principalmente, pensar. Reviver todo o meu dia, desde a hora em que abri os olhos ate o momento atual e perceber que poderia ter sido diferente. Talvez um “oi” a mais, uma gargalhada a menos e um pouco mais de atenção na aula de Física - ou não. Incontáveis vezes eu pensei tanto a ponto de começar a chorar pelo motivo x e terminar chorando pelo alfabeto todo. Mas também já pensei no nada. Um pensamento vazio, livro disso e daquilo, apenas um borrão. Fechar os olhos e manter no pensamento uma lembrança tão intensa a ponto de sentir que a estou revivendo, sentir os mesmos sabores, aromas e sensações daquele momento que, apesar de fazer parte do passado, se mantêm presente em meu coração. Mas pensar é útil não só para flutuar em êxtase como também para fazer a diferença no mundo. Formar opinião sobre o elemento tal da sociedade, cuja qual tem muito a ser criticada. É só abrir os olhos - ou o jornal do dia - para perceber o número absurdo de problemas atuais. Tráfico de drogas, abuso infantil, sequestros em troca de resgate, assaltos de todos os tipos, políticos corruptos no comando do país, terrorismo, preconceito cuspido pra todos os lados, desrespeito e, enfim. É por isso e por muitos outros motivos que defendo minha natureza psicótica de expressar minha opinião, sem medo, sem resquício de preocupação. Convenhamos, o mundo está de cabeça para baixo! Meu psicólogo que jogue seus conceitos sobre meu desejo de criticar descarga abaixo, nenhuma faculdade ou livro escrito por fulano de tal é o suficiente para qualificar alguém a decifrar os porquês de eu ser do jeito que sou. Sou assim, gosto de ser assim e, aqui vai mais uma expressão clichê, ponto final. Ainda vou contratar um avião para sobrevoar o mundo carregando uma faixa dizendo “Nascemos com cérebro para usar, seres humanos estúpidos”.

— Psicólogo nenhum entende meu ponto de vista (pseudo-coracao)